TJ/SP – TJSP convida magistradas e magistrados para representarem o Projeto #Rompa

Saiba como apoiar a iniciativa.  

O Tribunal de Justiça de São Paulo lançou, em 8 de março, o Projeto #Rompa e, desde então, procura parceiros para que a representatividade dessa ação atinja todo o Estado. O #Rompa já atraiu a atenção da imprensa e despertou o interesse em universidades para a realização de termos de cooperação técnica (ver links no fim do texto). Também algumas comarcas têm trabalhado em parceria com o novo projeto.

A novidade de hoje (14) é o convite feito pelo TJSP a magistradas e magistrados de todas as regiões do Estado para se tornarem embaixadoras ou embaixadores do #Rompa. Como primeiro passo, eles têm uma importante função: representar e divulgar o projeto em suas regiões, com ênfase ao incentivo às inscrições para o Prêmio #Rompa. O convite enviado por e-mail foi acompanhado do link do projeto para que todos possam entrar em ação. A coordenação do #Rompa – integrada pela desembargadora Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida e pelo juiz assessor da Presidência Iberê de Castro Dias – está à disposição de magistradas e magistrados que queiram integrar essa equipe pelo enfrentamento da violência de gênero.

Quem são? – Desembargadoras Maria Cristina Zucchi, Ligia Cristina de Araújo Bisogni, Maria Olívia Pinto Esteves Alves, Luciana Almeida Prado Bresciani, Flora Maria Nesi Tossi Silva, Marcia Regina Dalla Déa Barone e Gilda Cerqueira Alves Barbosa Amaral Diodatti; da 1ª Região Administrativa Judiciária – São Paulo e Grande São Paulo Tatiane Moreira Lima (Vara da Região Leste 2 de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher), Camila de Jesus Mello Gonçalves (Vara da Região Norte de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher), Flavia Martins de Carvalho (Guarulhos), Maria Domitila Prado Manssur (16ª Vara Criminal – Central) e Ana Rita de Figueiredo Nery (1ª Vara de Itapecerica da Serra); da 2ª RAJ – Araçatuba Emerson Sumariva Junior (3ª Criminal de Araçatuba), Thais da Silva Porto (1ª Vara de Mirandópolis), Jane Carrasco Alves Floriano (1ª Criminal de Lins) e Marcela Correa Dias de Souza (Urânia); da 3ª RAJ – Bauru Daniele Mendes de Melo (2ª Criminal de Bauru), Alessandra Mendes Spalding (2ª Cível de Ourinhos), Joanna Terra Sampaio dos Santos (Avaré) e Cristina Escher (2ª Criminal de Botucatu); da 4ª RAJ – Campinas Juliana Maria Finati (1ª Vara de Serra Negra), Melissa Bethel Molina (2ª Cível de Leme), Wendell Lopes Barbosa de Souza (Vara do Júri e Execuções Criminais e da Infância e da Juventude de Americana) e Gabriela da Conceição Rodrigues (Jundiaí); da 5ª RAJ – Presidente Prudente Ruth Duarte Menegatti (3ª Vara de Adamantina), Marcela Papa Paes (1ª Cível de Assis), Mônica Tucunduva Spera Manfio (Vara da Família e das Sucessões de Assis), Aline Tabuchi da Silva (1ª Vara de Dracena) e Alexandro Conceição dos Santos (2ª Criminal e do Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Assis); da 6ª RAJ – Ribeirão Preto Carolina Moreira Gama (Ribeirão Preto), Daniela Dias Graciotto Martins (2ª Vara de Guariba), Sylvio Ribeiro de Souza Neto (2ª Criminal de Ribeirão Preto), Adriana Del Compari Maia da Cunha (3ª Vara de Taquaritinga) e Lívia Antunes Caetano (Araraquara); da 7ª RAJ – Santos Vanessa Aufiero da Rocha (2ª Vara da Família e das Sucessões de São Vicente), Danielle Camara Takahashi Cosentino Grandinetti (2ª Vara de Peruíbe), Renata Sanchez Guidugli Gusmão (Juizado Especial Criminal de Santos) e Mariella Amorim Nunes Rivau Alvarez (3ª Vara da Família e das Sucessões de Santos); da 8ª RAJ – São José do Rio Preto Gislaine de Brito Faleiros Vendramini (São José do Rio Preto), Patrícia da Conceição Santos (Tabapuã), Natália Berti (2ª Vara de Novo Horizonte) e Maria Heloisa Nogueira Ribeiro Machado Soares (3ª Cível de Olímpia); da 9ª RAJ – São José dos Campos Juliana Guimarães Ornellas (2ª Vara de Cachoeira Paulista), Marcia Faria Mathey Loureiro (Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de São José dos Campos), Ana Paula Theodosio de Carvalho (5ª Cível de São José dos Campos), Rafaela D’Assumpção Cardoso Glioche (Piquete) e Gustavo de Campos Machado (Vara Criminal de Caçapava); da 10ª RAJ – Sorocaba Francisca Cristina Müller de Abreu Dall’Aglio (2ª Vara de Piedade), Caroline Costa de Camargo (Itapeva), Hugo Leandro Maranzano (Vara do Juizado Especial Criminal e da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Sorocaba) e Andrea Ribeiro Borges (1ª Criminal e de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Itu).

Vale destacar – O #Rompa conta com a participação da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJSP (Comesp). Tem a premissa e o objetivo de conscientizar a população para o ciclo da violência doméstica que, muitas vezes, pode levar ao feminicídio. Já conta com a parceria da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis) e o apoio das empresas e concessionárias ligadas à Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM) e da Uninove.

Entre as primeiras ações do projeto estão a campanha sobre violência doméstica e feminicídio; o hotsite (www.tjsp.jus.br/rompa), com os canais de denúncia e dados estatísticos de medidas protetivas; e a realização da primeira edição do Prêmio #Rompa – TJSP e Apamagis, para identificar e dar visibilidade a ações de combate à violência de gênero idealizadas por magistradas e magistrados do Estado de São Paulo, bem como pela sociedade civil.

Fique atento – As inscrições para o Prêmio #Rompa – TJSP e Apamagis estão abertas até o final deste mês.

#Rompa – O projeto é dividido em quatro eixos relativos ao ciclo da violência e um eixo não se dissocia do outro. O primeiro trata da divulgação da campanha e da premiação. O segundo pretende reforçar junto aos operadores do sistema de Justiça a atuação conjunta, visando combater a subnotificação dos casos. No terceiro eixo, o #Rompa dará atenção à divulgação das ações feitas por magistradas e magistrados de todo o Estado. No quarto, visibilidade aos programas existentes e às ações de pacificação como o “Carta de Mulheres”, “Projeto Fênix” e “App Juntas”.

No decorrer de todas essas ações, o que mais o projeto precisa é de apoio e parcerias e está aberto a novos apoiadores.

Fonte: TJ/SP

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