18/11/2021 – A crítica – Com ano de pandemia, registros de casamentos no civil em MS tem queda acentuada

Desse total, 10.885 ocorreram entre cônjuges do sexo masculino e feminino e 90 ocorreram entre pessoas do mesmo sexo

 

O índice de registro de casamentos civis registrou uma queda em Mato Grosso do Sul no ano passado. Houve 10.975 casamentos em 2020, enquanto em 2019 tiveram 15.613 matrimônios no civil, uma queda de 29,7%. Foi o 18º Estado que mais teve casamentos no País, estando na mesma posição que o ano anterior. Os dados foram divulgados hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE)

 

Desse total, 10.885 ocorreram entre cônjuges do sexo masculino e feminino e 90 ocorreram entre pessoas do mesmo sexo. De todas os estados, somente Tocantins apontou alta no número de casamentos civis registrados em cartório (11,8%).

 

O mesmo comportamento foi observado nos casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo, os quais registraram queda de 33,8% entre 2020 (90) e 2019 (136). Os casamentos civis ocorridos entre cônjuges femininos representaram 65,6% e 34,4% entre cônjuges masculinos.

 

Os meses de que mais contabilizaram casamentos em MS foram: dezembro (1.458), fevereiro (1.208) e novembro (1.199). Já os meses com menor número de casamentos são junho, com 575, maio, com 548 e abril, com 535 casamentos.

 

Já se tratando da taxa de nupcialidade legal dá uma dimensão do número de registros de casamentos em relação à população em idade para casar, ou seja, de 15 anos ou mais, permitindo a comparação entre os estados. No Brasil, para cada 1.000 habitantes em idade para casar, 4,5 pessoas, em média, se uniram por meio do casamento legal em 2020. Já em MS, o número ficou em 5,1. É a 7ª maior taxa de nupcialidade legal do País.

 

Os registros de casamentos civis caíram 26,1% em todo o País, a maior queda da série histórica do IBGE. Em 2020, foram registrados 757.179 ca­samentos, contra 1.024.676 no ano anterior. Desde 2015, o número de casamentos vem recuando, mas as medidas de isolamento social por causa da pandemia de Covid-19 aumentou a queda.

 

O índice caiu em todas as regiões, com mais intensidade no Nordeste (27,8%) Centro-Oeste (27,7%) e Sudeste (27,3%).

 

Fonte: A crítica

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